O Apkallu lê o payout pelas APIs oficiais, acha o título no seu Bling e dá baixa só quando o valor bate exatamente. Sobrou diferença? Ela precisa ter nome. Sobra sem nome não é baixada — é reportada pra você conferir.
Entre o que o cliente pagou e o que caiu na conta há comissão, frete, cupom, moedas, juros e bônus — cada um entrando num momento diferente do repasse.
Fechar um título com alguns centavos de diferença parece inofensivo até virar rotina. Aí o erro deixa de aparecer e passa a ser absorvido em silêncio pelo caixa.
Funciona com dezenas de pedidos por dia. Com centenas, a conferência atrasa e o financeiro passa a trabalhar com um retrato de semanas atrás.
Clica em conectar e autoriza na tela de cada plataforma. As credenciais do aplicativo ficam no servidor — você não vê nem digita nenhuma.
Informa a loja, o portador, o caixa, o banco, a categoria e a natureza da sua operação no Bling. Sem isso, nenhuma automação de escrita liga.
Cada canal tem interruptor próprio, e desligar tem efeito imediato. As rotinas rodam no seu fuso e registram a contagem bruta de cada lote. O que importa chega no celular — se você quiser.
Instale o Apkallu na tela de início e escolha os assuntos. O aviso chega com o nome do agente — o mesmo From do e-mail. E-mail continua existindo.
No computador o Apkallu só mostra o endereço — o push é para o celular.
O título é Agente · rotina — por exemplo “Financeiro Boss Shopee · Payout parado”. Desligou o assunto, aquele tópico não sai. Sem preferência salva, o interruptor começa ligado.
Cada tipo de furo no repasse é um canal separado, que você liga ou desliga. O que não se encaixa em nenhum deles não é baixado.
A autorização é OAuth, na tela da própria plataforma. Os tokens ficam cifrados e se renovam sozinhos.
Interruptor desligado significa nenhuma escrita no Bling. Ligar um canal não dispara lote retroativo.
Só APIs oficiais. E Shopee e Mercado Livre nunca compartilham a mesma conta Bling.